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quarta-feira, 20 de abril de 2016
Jose Leonilson - poetry
One part of the town
is the path to your home
and the streets know it
they saw me passing by
the town knows it
and so does the time
Jose Leonilson, A cidade sabe e o tempo também,
drawing on paper, no date.
MAM collection: http://mam.org.br/acervo/1997-008-leonilson-jose/
Words translated by Ana Lucia Beck.
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Word and Image
domingo, 3 de maio de 2015
heart paths creating paths - creation landscapes in José Leonilson and Louise Bourgeois
http://issuu.com/palavraimagem/docs/heart_paths_creating_paths_ana_luci
https://www.academia.edu/11426638/Heart_paths_creating_paths_Creation_landscapes_in_Leonilson_and_Louise_Bourgeois
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Os lugares
por onde ando hoje mapeados já estão
num desenho realizado por ti.
Tantos caminhos para mim encurtaste com teu percurso, tantas distâncias se aproximam,
tantos sólidos diluem-se em fluidez.
Todos os rios do mundo,
todas as ruas da cidade,
todos os meandros de um coração.
num desenho realizado por ti.
Tantos caminhos para mim encurtaste com teu percurso, tantas distâncias se aproximam,
tantos sólidos diluem-se em fluidez.
Todos os rios do mundo,
todas as ruas da cidade,
todos os meandros de um coração.
| Detalhe da obra "Das estrelas e de seus olhos" executada por Leonilson em 1991. |
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poesia de sangue e tinta,
tua pele
sábado, 26 de outubro de 2013
Paisagens do silêncio em Leonilson e Louise Bourgeois
"Ouvir a pedra, ouvir o traço mesmo do lápis sobre o papel, coloca em perspectiva que o artista precisa, em alguns momentos, calar-se. Se é conversação o que a artista busca estabelecer em termos de relação com o material; então esta conversa é realizada na medida em que tece falas e escutas, afirmações e silêncios. A paisagem de silêncios de Louise evoca, por um lado, a impossibilidade de todos nós de comunicarmos verbalmente o inconsciente e os desejos. Mas, por outro lado, evoca a presença do silêncio na fala. O que a princípio pode parecer uma falha, um problema – a impossibilidade de comunicar – rasga o tempo da afirmação autoral ao abrir espaço para a escuta. A potência da escuta, na falência da língua, torna-se marca gravada na pedra."
Comunicação apresentada no II Colóquio Literatura e Paisagem e II Colóquio Internacional Interdisciplinar Literatura, Viagens e Turismo Cultural no Brasil, na França e em Portugal, ocorrido no Rio de Janeiro em Outubro de 2013. Para ler na íntegra, acesse:
http://issuu.com/palavraimagem/docs/ana_lucia_beck_paisagens_do_sil__nc
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quinta-feira, 22 de março de 2012
Leonilson na Fundação Iberê Camargo
Ver Leonilson em Porto Alegre na exposição Sob o peso dos meus amores e ter tantas de suas obras à disposição do olhar pelos próximos 2 meses é um verdadeiro presente!
Na programação paralela à exposição, tive a oportunidade de proferir palestra para os monitores da Fundação e também na programação do Educativo. Para mim, Leonilson é sempre emocionante e, poder dividir com os outros a particularidade de minha leitura sobre sua obra só aumentou esta emoção. Naturalmente, a fala ao vivo possui um calor difícil de ser reproduzida na escrita, mas, para aqueles que se interessaram por esta fala, segue o link com o texto no qual me baseei:
http://issuu.com/palavraimagem/docs/ana_beck_poeta_escrevia_agulha__ibere_carmargo
domingo, 18 de março de 2012
A vida da gente não é um inferno - Leonilson
"A vida da gente não é um inferno. Tem gente que a vida é um inferno - mas é problema deles! A minha não é. Nunca foi!" Leonilson
A gravação acima é um pouco tosca - rápida demais para o tempo da poesia do Leonilson, e o áudio totalmente desnecessário. Mas, fiz questão de justapor algo dito pelo Léo pouco antes de morrer às imagens de seu último trabalho. Trabalho que ele preparou, organizou, mas não viu pronto na capela do Morumbi e que foi remontado no ano passado em função da retrospectiva Sob o Peso dos meus amores.
A gravação acima é um pouco tosca - rápida demais para o tempo da poesia do Leonilson, e o áudio totalmente desnecessário. Mas, fiz questão de justapor algo dito pelo Léo pouco antes de morrer às imagens de seu último trabalho. Trabalho que ele preparou, organizou, mas não viu pronto na capela do Morumbi e que foi remontado no ano passado em função da retrospectiva Sob o Peso dos meus amores.
Todo mundo é um divisor de águas - Leonilson
"E aí eu pego e escrevo nelas [as telas]. Não é muito diferente de quando eu escrevia nos cadernos. Porque pra mim as idéias... ela... As coisas são muito paralelas assim... Uma tela não é muito diferente de uma manhã minha. [...] Eu sou dividido porque todo mundo é dividido. Certo? Todo mundo é um divisor de águas".
sábado, 4 de setembro de 2010
"No lado avesso, o trabalho se revela. Aqui, as palavras são tímidas, escondidas. Mesmo tímidas, configuram um conjunto verbal significativo que desdobra os sentidos primeiros das palavras. [...] “Eis meu coração”, dar. “Ele te pertence”, pertence a quem o recebe, não a quem o dá. “Ouro de artista é amar bastante” reveste-se de novo sentido: “amor de artista é doação”. E, nesse ponto, também o ouro adquire novo sentido: amor de doação é ouro. Ouro é amor de dádiva."
Trecho do artigo publicado na revista Porto Arte a respeito de duas obras de Leonilson (na imagem acima, Voilá mon coeur de Leonilson).
Para ler na íntegra, acesse minha página no ISSUE:
http://issuu.com/palavraimagem/docs/analuciabeck_leonilson_desdobramentos__portoarte
Ou acesse a versão digitalizada da revista:
http://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/viewFile/27926/16535
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Palavras Fora de Lugar: Leonilson e a inserção de Palavras nas Artes Visuais
Em minha dissertação de mestrado, estudei o estatuto da palavra no poesia. Este estudo fundamentou uma reflexão a respeito da relação entre imagens e palavras em obras poéticas. Afinal, há uma importante parcela de imagem na linguagem verbal. Esta reflexão, inédita naquela época na crítica das artes visuais no País, permitiu-me uma leitura particular de um recorte da obra do artista plástico brasileiro José Leonilson Bezerra Dias (1957-1983). A imagem acima mostra uma das obras analisadas, O zig-zag (1991, Pérolas e renda sobre tecido, 32,0 x 22,0 cm). Para saber mais, acesse a dissertação:
http://issuu.com/palavraimagem/docs/palavras_fora_de_lugar
Para conhecer mais sobre a obra de Leonilson, acesse:
http://www.projetoleonilson.com.br/site.php
http://issuu.com/palavraimagem/docs/palavras_fora_de_lugar
Para conhecer mais sobre a obra de Leonilson, acesse:
http://www.projetoleonilson.com.br/site.php
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