quarta-feira, 27 de julho de 2011
Albrecht Dürer é um dos meus artistas preferidos. Tanto pela beleza de sua obra como pela sua personalidade. Observador e estudiodo incasável para quem a arte era, sobretudo, meio de conhecimento do mundo. E arte também era um mundo a ser conhecido, desbravado. O que dizer de um sujeito que percorreu a pé, por duas vezes a distância do sul da Alemanha até a Itália na tentativa de conhecer a "perspectiva italiana". Geheimliche Perspektive, dizia ele sobre o segredo que descobriu sozinho.
Há alguns anos atrás, ganhei de presente de um amigo, um livro editado em 1970 no qual Wölfflin apresenta e comenta os desenhos de Dürer. Fascinada mais uma vez pelos desenhos, comecei a traduzir este texto, cujo link segue abaixo:
http://issuu.com/palavraimagem/docs/ana_beck_duerer_por_woelfflin__2011
Para quem quizer conhecer mais trabalhos do Dürer, sugiro estes sites, que são impressionantemente completos e pelos quais já se tem uma boa idéia da dedicação incansável de Dürer:
http://www.albrecht-durer.org/
https://www.artsy.net/artist/albrecht-durer
Marcadores:
Albrecht Dürer,
DESENHO: teoria e prática,
Textos sobre Arte
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
being naked
my soul at the rain
feeling traces
of touch
listening to everything
but your eyes
looking at everything
but your voice
stuck in traffic
just glimpses of light
and raindrops
in my windshields
Marcadores:
um copo de whisky uma xícara de chá
domingo, 10 de julho de 2011
perda de tempo querer explicar a sinceridade
ou mesmo uma piada
ou a linha que separa os dois
cada leitor
lê
o que quer
o que pode
o que projeta
lê a si
mais do que aos outros.
ou mesmo uma piada
ou a linha que separa os dois
cada leitor
lê
o que quer
o que pode
o que projeta
lê a si
mais do que aos outros.
Marcadores:
um copo de whisky uma xícara de chá
sábado, 25 de junho de 2011
Derramar-se em palavras
desejos alados
Tanta esperança asilada
tanto ato refém
da falta de esperança de alguém
Algum outro que eu mesma?
Ou algum pedaço de mim...
Não perder a esperança dói
acaricia minha face
com minha própria mão
não há nada mais aqui
que o futuro de uma lembrança
tristeza que não seja amarga
Ao final,
deveríamos todos viver
apenas de fazer pão e vinho.
Marcadores:
cadernos rottermund,
um copo de whisky uma xícara de chá
sábado, 18 de junho de 2011
aquele chanel lhe fez pensar
nas roupas herdadas
- colcha de retalhos de sentimentos aquecia a alma -
e nas outras tantas que vestia
mesmo não reconhecendo-as ao espelho
Marcadores:
Olhares,
um copo de whisky uma xícara de chá
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)















